Cláudia Marin - Vida, Síndrome de West e Associação Anjos Guerreiros

Atualizado: 23 de Abr de 2019


#ParaTodoMundoVer: Foto de Cláudia Marin Pereira Castelazi


Cláudia Marin Pereira Castelazi é fundadora da Associação Anjos Guerreiros de Marília (AAG). Mãe do Mateus de 11 anos e da Beatriz de 3 anos, Cláudia dedica-se a lutar, não só pelos direitos dos seus filhos como também pelos direitos de muitas outras pessoas.


Seção de entrevista – Bate-papo na REAB!

1) Qual a proposta da Associação Anjos Guerreiros (AAG)?

A AAG de Marília tem a missão de orientar famílias e dar voz às pessoas com deficiência. A visão da Associação é ser referência regional em orientação sobre a pessoa com deficiência. Os nossos valores são comprometimento, respeito, amor, transparência, imparcialidade, inclusão e conhecer o próximo.


2) Como você avalia essa troca de informações e experiências entre as famílias de pessoas com deficiência?

Vejo que em 4 anos evoluímos muito com essa troca nas redes sociais.


3) Além de buscar melhor qualidade de vida para as crianças e famílias, a AAG realiza várias ações com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre questões que envolvem a deficiência. Qual o balanço você faz dessas ações?

Toda e qualquer ação voltada às famílias de pessoas com deficiência são de grande valia na questão social. Temos que nos mostrar visíveis, que estamos e pretendemos fazer parte de uma sociedade que ainda está começando a entender e a respeitar nossas deficiências.


4) Qual a sua opinião sobre a liberação de alguns medicamentos no Brasil para pessoas com deficiência já aprovados em outros países?

Acredito que estamos muito atrasados na questão de medicamentos, ou então há algo ou alguém que se beneficie com esse atraso. Sabemos, por exemplo, que a cannabis sativa medicinal é liberada em tantos outros países e com tantos benefícios e aqui a luta pela liberação ainda está começando.

Meu filho é um dos beneficiados atualmente com a liberação do plantio, mas para isso existe um caminho a percorrer como onde comprar as sementes, qual a melhor opção quando se trata do plantio e etc. Seu cultivo é complexo e delicado, a extração é a parte mais fácil.

No entanto se no Brasil tivéssemos o apoio das universidades e do poder público, seria tudo mais leve para as famílias que já travam uma luta pela qualidade de vida de seu ente querido acometido por uma síndrome ou doença autoimune.


Na REAB: Cláudia Marin Pereira Castelazi participa do momento "Histórias de vida e inspiração".

#UmMundodePossibilidades

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